O DR. NAVEGA FOI APENAS FAZER UM CRIME DE TRAIÇÃO MATRIMONIAL.

Publié le par FACE OBSCURA DA LEI

O DR. NAVEGA FOI APENAS FAZER UM CRIME DE TRAIÇÃO MATRIMONIAL E ENGANAR UMA MENINA , QUE POR FIM A DEIXOU A SOFRER E CHEIA  DE PROMESSAS.

De regresso a Portugal, continuou calmo e nao se cansava a pedir-me calma, com objectivo de me controlar e ganhar tempo,

 dizia que ia haver justiça,
face a tudo, o que me estavam a fazer.

Em 2006, descobri que este Senhor Dr  Carlos Navega era casàdo com uma professora, que foi para o Brasil,  enganar uma menina simples que se chama Laudiceia, e deixou-a là ficar, sofrendo...

Quando começaram as audiencias em finais de 2006,
comecei a descobrir que ele nao estava a investir-se, como o obriga as régras de déontologia dos advogados, na defesa dos meus interesses.

Ao ser injustamente condenado de uma forma injusta e parcial, humilhado e enxovalhado  na sala de audiencia no dia 2/11/2006,

decidi fazer a greve de fome em Decembro de 2006, logo o Dr Navega tentou vàrias vezes me intimidar, declarando que um  "Magistratus" jà tinha feito um mandato de detenç
ã
o a meu encontro.

Que a GNR me vinha buscar com o jipe e com o mandato, para me meter na pris
ão....

Em paralelo eu suspeito que em reaç
ão à minha greve de fome, o Sr "Magistratus"  faltando a verdade em certos processos, arquivou de uma maneira injusta tudo o que me tinham feito, onde eu tinha participado criminalmente "para exigir respeito" de todos os actos praticados a meu encontro,

O Dr Carlos Navega continuava sem fazer grande coisa,
 ent
ã
o revoltei-me contra ele por este me levar muito dinheiro e andar a recusar de participar criminalmente de quem não respeitava a lei e andava a violar os meus  direitos pessoais e de propriédade.


Escrevi em 29 Março 2007:

"sabe perfeitamente que estes processos nunca deveriam ter sido arquivados, recordo que o advogado sem prejuizo das normas legais e déontologicas, tem o dever de actuar da forma que mais conveniente for para a defesa dos interesses do seu cliente e de colocar tais interesses antes dos seus proprios, devendo aconselhar e defender  o seu cliente com prontidao, consciencia e diligencia, este assume a sua responsabilidade pessoal pelo desempenho da missao  que lhe foi confiada e deve manter o cliente informado da evoluçao dos assuntos de que lhe foi encarregado,  em consequencia, requiro as provas das notificaçoes dos arquivamentos dos respectivos processos e suas motivaçoes.

Peço novamente também a sua intervençao nos organismos competentes, pois deve de se considerar um servidor da justiça e do direito e como tal, mostrar-se digno da honra e responsabilidades que lhe sai inerentes e deve de estar atento para nao comprometer a ética profissional no intuito de agradar terceiros."

      Respondeu em 30 Março 2007:

  "
Quanto à questão de confirmação por escrito do defender dos seus direitos contra os Organismos do Municipio, eu já lhe disse que aquilo que não faço é ser mandatário em participações, queixas ou Acções contra os Organismos do Municipio, porque tal me é facultado, enquanto profissional liberal, e porque vivendo em Sociedade, e inserido nela, oriento a minha actuação obedecendo a critérios de bom relacionamento Institucional, dado que tal faz parte da sã convivência que tenho de manter na Comunidade com que lido todos os dias."


 
Este advogado levou-me mais de 30 000 euros em 3 anos e ainda hoje estou a espera da factura reclamada, e nao foi capaz de trabalhar com independencia !..

Pouca vergonha para a Ordem dos Advogados, mas que imagem que este advogado dà!!!,
  cobarde, xulo, incompetente, fora da lei .... 

Por causa do procedimento deste advogado, que foi falso e sem vergonha, tenho tido muitos problemas, mas,
  estes processos ainda v
ão dar muito que falar.. para o bem da democracia e da liberdade!!.
 
Estou em guerra, màis que nunca,001 1[1] contra os corruptos e cobardolas..

                                                      
2° Parte                                                           

                                                                                                                  Fernando Sérgio

 

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