novos arquivamentos injustos.

Publié le par FACE OBSCURA DA LEI

Novo arquivamento injusto e parcial em data de 20/10/2008.

O Procurador Adjunto da Republica, Dr Nuno Miguel Pinto da Silva Salgado, determinou  conscientemente e contra direito ao abrigo do disposto no art.277°, n°2 do Codigo de Processo Penal, o arquivamento no inquérito n°137/08.8TACNT.

Este processo foi arquivado, neste dia "20/10/2008" porque foi requerida  a aceleraçao processual, no mesmo dia,
em conformidade com os art n°108 e109 do Codigo de Processo Penal.

 Fica notado, que este procurador anda a fazer esforços excepcionais para nao perder o controle da situaçao.

Hà erros grosseiros, e o Estado Portugues tem que assumir as suas responsabilidades pelo que anda a ocorrer.

Pois este funcionàrio  "meia tinta" no ambito dos meus inquéritos processuais conscientemente e contra direito e com a unico objectivo "intençao" de me prejudicar, continua a praticar crime de denegaçao de justiça e privaricaçao no exercicio de poderes decorrentes do cargo que exerce.

Este funcionàrio tem que ser punido com pena de prisao até 5 anos, por cada crime praticado, e atençao, jà sao muitos.

Nos presentes autos de inquérito. eu apresentei queixa- crime  contra o militar da GNR, José Manuel Pereira Gonçalves, com os demais sinais nos autos, imputando-lhe o facto de ter mentido descaradamente, quanto, no dia 2/11/2005,

na qualidade de queixoso, no ambito do processo n°294/05.5GBCNT, declarou " que nao foi feito qualquer relatorio de ocorrencia visto nao haver nada a registar de relevante "  referindo-se a uma deslocaçao que, enquanto membro de uma patrulha, efectuou no dia 19/11/2004 ao meu terreno,

quando é certo ter sido o proprio que fez juntar ao processo n° 574/07.5 BECBR ( acçao que movo contra o Estado e que corre seus termos pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra ) um " relatorio de Ocorrencia", por si subscrito,datado de 19/11/2004 a dizer que nesse dia tinha ido ao meu terreno.

Sempre disse e sublinho, que o militar em causa, ou mentiu quando referiu que nao foi feito qualquer relatorio ou, entao serà falso o relatorio junto àquele processo que corre termos pelo TAF de Coimbra e que o militar diz nao ter sido efectuado.

Este funcionàrio" procurador" tenta abafar o erro do militar da Guarda.

Neste despacho de arquivamento, fico mais uma vez extremamente surpreendido ao ler:
" Ao que parece, e segundo o que foi possivel apurar, o ora assistente so nao foi detido, em face do comportamento injurioso que estava a ter para com os militares da guarda da GNR.,por força da intervençao do militar da BT. da GNR. ,Carlos Miguel Jacinto Pedro, que aconselhou o ora arguido a ponderar toda a sua actuaçao, fazendo-o ver que a eventual detençao do ora assistente acarretaria, como consequencia necessària, um "efeito domino", com resultados catastroficos para os demais presentes, atenta a exaltaçao que entao se vivia".

Este militar  da BT Carlos Miguel Jacinto Pedro , vem novamente faltar a verdade, para proteger outra vez, o seu colega,

Mas o que é isto? novas mentiras !!!

o que é o "efeito domino"?

Depois das falsas declaraçoes contidas no relatorio "falso":
" Os militares ali presentes se deixavam corromper atraves de cabritos e almoços e que isso era do conhecimento de todos os orgaos de comunicaçao social"E AGORA VEM O "efeito domino"!!!

Triste sina a minha, que enfrento uma corja de mentirosos.

Portanto para estes funcionàrios, respeitarem a ética e as regras fundamentais deontologicas, so éra  necessàrio serem justos e  isentos.

Eu e as minhas testemunhas nao temos o Direito de ser inquiridos !!

Aqui vai algo que nos faz refletir:

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantar-se os poderes nas maos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
e a ter vergonha de ser honesto."

Vou começar por arguir a nulidade de todos os despachos de arquivamento,

elaborados sempre por este, Procurador Adjunto da Républica, desde que este apresentou queixa contra mim " Decembro 2007".
queixa apresentada no Tribunal da Mealhada,

mas éra bom saber que este Tribunal da Mealhada, nao é competente para essa questao,

pela simples razao, o meu domicilio é em França,
os factos que me sao reprovados ai em Portugal,
foram cometidos no estrangeiro "França",

e se o crime for cometido no estrangeiro,é competente para dele conhecer o tribunal da àrea onde o agente tiver sido encontrado ou do seu domicilio. art N° 22 do CPP.   

Meus amigos, é precisso saber que:

 no combate à corrupçao, cada nao conta.

Eu sinto a aurora de uma grande realizaçao,

Fernando Sérgio


 

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ANONIMIUS 06/11/2008 11:05

Isso ??come?!! Vamos mobilizar a popula? pelos seus direitos e Deveres!!! Temos que nos unir... Come?emos como os doze e nos trnsaformaremos numa na?!!! PORTUGAL precisa disso, eu precisso disso, n? Precisamos disso!!! Vamos Levantar esse pa?! Levanta PORTUGAL!!